POEMAS
de
S Ô N I A van D I J C K
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Corpo
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Saudade:
celebração de lembranças |
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Solidão
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Veredas
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Abismos
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PARÁBOLA
As virgens prudentes prepararam as candeias. Imprevidente, escolho o linho, sonho carinhos... |
Metonímias
minha solidão secou; apenas a tristeza molha o travesseiro. |
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Teatro ritos de encontro,
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CIGARRA
Escrevo, para te esquecer vivendo. Canto, e te faço escrevendo.
E, assim, tenho não tendo, não vivo vivendo; mas, continuo te querendo. |
POUCO
IMPORTA Estou aqui, e não no Taiti; mas, pouco importa, pois, se atravesso a porta, levo saudade de mim. |
Publicados em
Correio das artes, João Pessoa, 6 out. 2002. Suplemento literário de A união.
Confidências. João Pessoa: Ed. Universitária/ UFPB, 2003. CD rom.
Agenda 2005. João Pessoa; ADUFPB, 2005.
Fotos de
Geraldo Profeta Lima, Sônia van Dijck, Vanderley Caixe
Mulher: criação Geraldo Profeta Lima
Escultura (bronze): Paul van Dijck - Col. Sônia e Thom van Dijck
© Copyright by Sônia van Dijck
Midi: O bolero (Ravel)
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LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998